Visita dos Magos
O pessoal da Folia de Reis nos fala, através da música, sobre a visita dos magos, ao Menino Jesus: “... Os três reis quando souberam,...
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O pessoal da Folia de Reis nos
fala, através da música, sobre a visita dos magos, ao Menino Jesus: “... Os três reis quando souberam, viajaram
sem parar, cada um trouxe um presente, pro Menino Deus saudar...”
Por trás desses versos há uma
grande realidade escondida. Quem são os magos, o que eles representam, porque
trazem presentes, qual é a atualidade dessa festa, chamada de “Epifania”?
Comecemos nossa reflexão pela
última questão. Tenho acompanhado, pelo jornalismo, que no Brasil, é altíssimo
o consumo de remédios controlados do tipo Rivotril. Basta acessar às estatísticas
para constatar que isso é um fato. Diante dessa realidade podemos questionar as
causas dessa busca: famílias destruídas, desemprego, drogas, e mais uma porção
de coisas. Mas, o que é mais grave? Parece haver uma perda de sentido para a
existência. E o que é pior, logo na juventude! Ultimamente, cresceu muito, o
número de suicídios entre adolescentes. Cansadas de tudo, as pessoas buscam
apoio nos medicamentos. A indústria farmacêutica nunca vendeu tanto! Hoje há
remédios para quase tudo. Para você se alegrar ou reduzir a euforia... Assim,
com ajuda medicamentosa a gente freia ou acelera as emoções. Muitos pensam que farmácia é lugar de comprar "felicidade"...
Paralelamente ao consumo de
medicamentos temos o consumo de drogas. A grande maioria da população
carcerária, atualmente, tem menos de trinta anos e está naquela situação por
causa das drogas. O consumo de drogas traz consigo outros ingredientes do tipo:
assaltos, assassinatos, mentiras. Aqui, também não se compra felicidade. Parece que muitos, hoje em dia, vivem num
mundo sem estrelas...
Os magos, na verdade, representam
todos os povos. Representam cada pessoa que não mede sacrifícios na busca de um
sentido para a vida. E esse sentido profundo para a existência jamais será
encontrado nas drogas ou drogarias. Tudo poderia ser mais fácil se compreendêssemos que longe de Deus não dá pra ser feliz. Mas, como a gente demora para entender isso, não é mesmo?
Com o nascimento do Menino Jesus entre nós, uma nova estrela brilhou no céu escuro da humanidade. Foi essa estrela que guiou os magos até Jesus para que eles pudessem adorá-lo. Eles vieram do oriente, não mediram sacrifícios para encontrarem com o novo rei nascido. Vieram de longe, contornaram obstáculos, deixaram suas rotinas, venceram o cansaço... Mas, foram obstinados! Somente diante do novo rei abririam seus presentes: Ouro, incenso e mirra. Ouro para a realeza, incenso para a divindade e mirra para a humanidade.
Com o nascimento do Menino Jesus entre nós, uma nova estrela brilhou no céu escuro da humanidade. Foi essa estrela que guiou os magos até Jesus para que eles pudessem adorá-lo. Eles vieram do oriente, não mediram sacrifícios para encontrarem com o novo rei nascido. Vieram de longe, contornaram obstáculos, deixaram suas rotinas, venceram o cansaço... Mas, foram obstinados! Somente diante do novo rei abririam seus presentes: Ouro, incenso e mirra. Ouro para a realeza, incenso para a divindade e mirra para a humanidade.
Na caminhada dos magos, Herodes
representa o obstáculo. Cego pelo desejo de poder ele não suporta a ideia de concorrência.
Os sacerdotes do Templo representam a apatia. Sabiam que o novo rei deveria nascer em Belém. Deveriam
saber até a data aproximada do grande dia. Apesar disso, ficaram instalados
numa “zona de conforto” e dela não saíram. Na capital, o fervilhar de pessoas,
nem perceberam a novidade. Quem iria prestar atenção em algo novo da periferia?
Até a estrela parece ter apagado o seu brilho na capital. Talvez, porque lá já
tivesse estrelas demais! Foi preciso que os magos saíssem da capital para que a
estrela voltasse a brilhar.
A sabedoria popular encarregou-se
da diversidade ao representar os reis magos. Um era branco outro negro e outro
amarelo. Jesus não veio apenas para um povo. Ele veio para todos e não faz
distinção de pessoas. A estrebaria não tinha paredes ou portas. Isso facilitava
o acesso de todos ao Menino Jesus. Encontrando-o, os magos ofereceram-lhe, os
seus presentes. Mas, antes disso, já haviam lhe oferecido os próprios corações.
Poucos, atualmente, têm ouro ou prata. Mas, um coração que bate no peito, todos podemos oferecer a Deus. Depois da visita, os magos retornaram para suas casas por
outro caminho. Os caminhos antigos não faziam mais sentido para eles. Cada um
voltou transformado para sua casa.
Hoje, podemos ser mais felizes que
os magos do oriente. Jesus está em sua palavra, em cada sacrário e em cada
irmão. Está mais perto de nós que imaginamos. Os cantores da Folia de Reis nos
alertam nesse sentido, quando cantam:
“...Deus lhe salve a casa santa, onde é sua morada. E aqui mora o Deus Menino e a hóstia consagrada...”
De fato, ninguém tem um Deus tão perto como nós. Não desperdicemos a oportunidade. Façamos como os magos que, relativizaram tudo, para que esse encontro fosse uma realidade em suas vidas!
“...Deus lhe salve a casa santa, onde é sua morada. E aqui mora o Deus Menino e a hóstia consagrada...”
De fato, ninguém tem um Deus tão perto como nós. Não desperdicemos a oportunidade. Façamos como os magos que, relativizaram tudo, para que esse encontro fosse uma realidade em suas vidas!
Link da imagem: Visita dos Magos
"Retornaram para suas casas por outro caminho. Os caminhos antigos não faziam mais sentido para ele."
ResponderExcluirAssim acontece depois que encontramos Jesus.
Louvado seja Deus que se fez carne e esta no meio de nós. Que cada um de nós possamos encontrar com o menino Deus.
ResponderExcluirLouvado seja Deus que se fez carne e esta no meio de nós. Que cada um de nós possamos encontrar com o menino Deus.
ResponderExcluirLouvado seja a Deus
ResponderExcluirAmém
ResponderExcluirA festa das Folias de Reis foi MARAVILHOSA
ResponderExcluirPADRE GABRIEL,PARABÉNS PELA ORGANIZAÇÃO E INCENTIVO